Informações E Idéias De Negócios Com o intuito de Criação De Renda

Artigo traduzido por mim, retirado do blog do Mark Sisson (especialista em alimentação Paleo da linha Primal, menos radical), Mark’s Daily Apple. Durante os últimos anos, eu notei uma mudança sutil no jeito como a mídia discute a proteína dietética, com vários especialistas promovendo o menor consumo. O incentivo pra menor ingestão de proteínas não só veio da mídia propagada sobre isto carne vermelha e câncer de cólon. Muitas vozes das comunidades de saúde possibilidades estão pedindo uma redução na proteína.

Mesmo a comunidade de saúde ancestral conta entre seus seguidores céticos em relação à proteína. Não tenho certeza. Em posts anteriores, eu discuti como meus próprios gostos mudaram, comendo desde alta proteína até quantidades mais moderadas. Hoje estou abordando os fundamentos modelo contra as altas ingestões de proteínas. Almejo que possamos chegar ao fundo da pergunta.

Dietas de alta proteína influencia os rins. Embora seja verdade que as pessoas com doença renal prévia necessitam fixar a ingestão de proteínas, esse não é o caso em pessoas saudáveis. Mesmo diabéticos tipo 2 com interessante função renal podem com segurança ingerir uma dieta de alto teor protéico de grande tempo. De qualquer modo, a maior ingestão de proteína protege contra a doença renal, ocasionando menos difícil para impedir a obesidade.

Dietas ricas em proteínas excedem sua técnica de desintoxicação de amônia. O metabolismo da proteína gera amônia, uma toxina. O fígado normalmente converte amônia em uréia, que é expelida com segurança pela urina. O ser humano médio pode processar por volta de 230 gramas de proteína antes dos tanques de conversão de amônia-ureia.

Depois disso, a amônia permanece. Se a sua saúde do fígado é comprometida, ou sua ingestão de proteínas excede tua competência de desintoxicação de amônia, a amônia poderá se tornar tóxica. A toxicidade aguda de amônia é neurotóxica, fazendo com que seus astrócitos inchem. A fome de coelho, que afligiu exploradores do Ártico vivendo exclusivamente de proteína magra (coelhos) e razão náuseas, diarréia e, eventualmente, morte, podes derivar da toxicidade da amônia. Uma toxicidade de amônia mais sutil e de menor grau eventualmente existe em pessoas com ingestão crônica de proteína.

Os perigos são pela maioria teóricos contudo baseados na fisiologia – a amônia é uma toxina, e existe um limite pra quanto dela queremos converter em uréia. Dieta de alta proteína poderá construir toxinas no intestino. As entradas de proteína suficientemente altas podem exceder a capacidade do intestino de absorvê-la.

  • Faça emprego do terraço
  • Seja ágil, prático e focado
  • 8 – Montar o seu Pc permite a escolha do sistema operacional
  • Estava distraído ou conversando durante sua alimentação
  • Use imagens e quadros

A proteína deste modo passa para o cólon, onde as bactérias colônicas fermentam e produzem subprodutos metabólicos como amônia, indóis e fenóis. Como muitos destes compostos conseguem ter efeitos tóxicos, alguns têm sugerido que o exagero de fermentação proteica produz um ambiente tóxico intestinal. Em um estudo, os pesquisadores deram aos indivíduos uma dieta rica em proteínas, uma dieta indigente em proteínas ou uma dieta protéica normal. Eles analisaram a água fecal de cada grupo pra provas de fermentação de proteínas e realizou uma série de testes para estipular a toxicidade de cada lote de água fecal.

Surpreendentemente, enquanto a água fecal de alta proteína tinha marcadores elevados de fermentação, não era tóxica e os metabolitos elevados de fermentação de proteínas estavam realmente correlacionados com uma pequeno citotoxicidade (posse nociva de uma substância em conexão às células). Dietas ricas em proteínas causam câncer. Os veganos adoram indicar a procura de T. Colin Campbell do China Study, que pareceu evidenciar que a ingestão elevada de proteína causou um aumento das mortes por câncer. Enquanto a ingestão adequada de proteína (a partir da caseína) promoveu o desenvolvimento de tumores existentes nesses roedores, assim como protegeu contra os mutágenos que causam o aparecimento inicial de tumores.

Proteína foi protetora contra o câncer até o que eles de imediato tinham, ao instante que acelerou a progressão do câncer. Os roedores pela dieta de baixa proteína foram mais suscetíveis a contrair câncer depois da exposição à aflatoxina (substância tóxica e cancerígena produzida por alguns tipos de fungos). Uma vez que os roedores de imediato tinham câncer, a baixa proteína protege contra o progresso. Mais precisão: a proteína adequada protege contra o começo do câncer (e porventura outros males), entretanto os pacientes com câncer necessitam limitá-lo.